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sábado, fevereiro 21, 2009

Todo Carnaval Tem Seu Fim

Johnny Quid (Toby Kebbell), RockNRolla

Olá pessoas!
Desculpa esse mês sem atualização, as coisas complicaram um pouco, aulas da faculdade, e na semana fiquei sem Internet, mas a minha vida pessoal não interessa muito, pelo menos não nesse blogger.
Pois bem, Carnaval. Para mim são dias otimos para se aproveitar com quem se gosta, ouvir boa musica, ver um bom filme e, porque não, jogar bastante videogame.

-Games
Já que falei de videogames, e dessa vez não vou começar a falar sobre Guitar Hero, em Janeiro, joguei bastante o Pro Evolution Soccer 2009, também conhecido como PES09. Continuando a saga futebolista iniciada com o Winning Eleven, jogo feito pela a Konami; essa versão do jogo, mais atualizada não mostrou muita evolução em gráficos na versão do Playstation 2, já a versão Playsation 3, está muito próximo ao real. Tirando o fato que a Liga Alemã não existir no jogo, vale destacar o novo modo que veio nessa versão que nem me fez começar o tradicional Master League, o Rumo ao Estrelato. A pessoa cria um jogador, e vai jogando, passando por times, sendo convocado para a seleção, e como o próprio nome do modo diz, você tem que chegar ao estrelato. Então, o sonho , frustrado no caso de alguns, de ser um astro do futebol e jogar na Europa, fica muito próximo nesse jogo que na vida real. Pessoalmente, não gosto de futebol, mas o PES sempre me prendeu bastante, e o com esse novo modo, prende muito mais, apesar do fato que você vira um fominha, é bem legal de jogar e crescer no jogo. Outra coisa legal desse jogo, como ele foi feito para ser distribuído na Europa, vem com a opção de ter os menus em Inglês, Italiano, Espanhol e Português, de Portugal, mas já ajuda bastante.

-Filme
Como eu disse que Carnaval, também é bom para ver filmes, vou dar a minha dica de filme., que já deve estar nas locadoras. O filme é o RockNRolla, dirigido por Guy Ritche (Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch - Porcos e Diamentes), se passa em Londres e gira em torno de One Two (Gerard Butler), um integrante da nova escola da Mafia Inglesa, fala também da velha escola, um quadro da sorte que some e um rockstar junkie decadente . A trilha sonora, junto com o humor negro do filme envolve e entrete quem estiver assistindo o filme, pois varias vezes o filme caminha para cenas um tanto inacreditaveis que chegam a ser engraçadas, além dos personagens terem um jeito proprio de ser são bastante cativantes, mas não seriam pessoas que recomendaria ter uma amizade, se fosse na vida real.

-Musica

Vou falar de uma das bandas que foi a banda do mês em Janeiro, pelo menos para mim. Então, falarei de Eu Serei a Hiena. A banda formada por varias pessoas da cena underground de São Paulo, um Line-Up talvez invejável da cena, como Fausto Oi (Dance Of Days, Good Intentions), Juninho (Ratos de Porão, Discarga) e Nino Tenório (Boom Boom Kid, Total Terror DK). A banda valoriza bastante o instrumental, como as bandas de Post-Hardcore, estilo At The Drive-In e Fugazi, mas também mostra um lado mais experimental, um tanto difícil de se ver . Em 2005, lançou seu primeiro disco auto-titulado, e no começo desse ano lançou seu segundo disco chamado Hominis Canidae.
Outra coisa que se destaca sobre a banda, são as participações e alguns remixes feito por outros artistas; no primeiro disco teve participações do Nekro (Fun People, Boom Boom Kid), Rodrigo (Dead Fish), Alexandre Cruz "Farofa" (Garage Fuzz, Sesper) e M. Takara faz remix de uma das musicas. Em Hominis, tem participações como de Daniel Ganjaman, Bluebell e outros. A participação de Bluebell acaba sendo um destaque ainda mais, em Yes (I Do), pois a voz suave da cantora combina muito bem com a musica e com o instrumental, fazendo lembrar até de Nouvelle Vague, mas menos Bossa Nova. Todas as musicas e singles estão disponível no TramaVirtual para baixar, o que é bom, pois também ajuda a banda.

Bom, isso é tudo pessoal, tentarei postar mais vezes nos meus momentos de folga.

terça-feira, janeiro 13, 2009

Welcome Gamer and Rockers

Olá! Sejam bem-vindo ao Game'n'Roll.
Criei esse blogger para escrever sobre os dois hobbies que mais gosto, Musica (Rock) e Videogame, e escreverei textos que juntaram essas duas coisas que me impressionam muito. Espero que gostem dos textos que irei escrever aqui, postarei trilhas sonoras e comentarei, colocarei noticias que juntem os dois assuntos, e que comentem, deêm suas opiniões, a intenção é juntar os Gamers e os Rockeiros, coisa, que ao meu ver, não ficam muito distante.
E para começar, nada mais cliche do que escrever sobre o jogo mais Rock'n'roll que já surgiu nos ultimos anos, o Guitar Hero.
Algumas semanas atrás estava lendo a Coluna Meu Querido Editorial do Wladimir Cruz lá na Zona Punk e vi que irá ter o Guitar Hero Metallica, onde o trailer você pode ver aqui.
Acho que como a maioria que viu essa noticia e que é fã de Metallica adorou, eu mesmo já gostaria de começar a fazer um abaixo-assinado para que o personagem secreto seja nada mais, nada menos que o Cliff Burton, falecido e lendário baixista do Metallica, que influenciou muita gente.
Enfim, mas também comecei a lembrar de historias e fatos que me deixaram com a pulga atrás da orelha quanto a esse jogo.
Muitos devem lembrar do Napster, o primeiro programa para compartilhar arquivos no começo dos anos 2000, em que o Metallica, principalmente, Lars Ulrich, foi totalmente contra esse programa, porque o programa compartilhava musica com quem fizesse o download da musica, mas os artistas não ganhariam nada de direitos autorais. Ou seja, todos ouviam as musicas e o artista não ganhava nada. Hoje em dia, quase 10 anos depois, nada mudou, e pelo jeito é uma tendencia, ou você que é fã de Metallica esperou e comprou o Death Magnetic? E nem baixou a The Day That Never Comes logo que começou a circular pela Internet e ficou esperando o disco?
Algum tempo atrás, o Metallica criou o site LiveMetallica.com, onde os fãs poderiam baixar shows exclusivos, de todas as épocas da banda. No começo, tudo muito bom, tudo muito bem, até que eles começaram a cobrar para baixar essas musicas. Tá certo, quem é muito fã deve até pagar para baixar essas musicas, mas lembramos que estamos no Brasil (Real) e os caras são dos Estados Unidos (Dolar), pense em quanto sai cada download? O Smashing Pumpkins, fez algo quase idênticos, (shows raros e antigos, junto com os novos), e não cobrava nada por isso. Alias me arrependo de não ter baixado esses shows com a formação clássica de Billy Corgan e sua trupe, agora o site deles se renovou e os shows se foram, mas eram de graça. Era musica, não um serviço, e ela deve chegar ao ouvido de todos, sem cobrar nada. Essa é minha opinião.
No final do ano passado, lendo sobre duas coisas que gosto muito, musica e videogame, vi uma matéria sobre o Aerosmith, que até ouvi os caras comentando depois numa loja de CDs que fui, a banda colocando seu nome junto com o jogo Guitar Hero, faturou muito mais que com qualquer um dos 14 discos da banda do Steve Tyler.
Isso é um tanto tentador. Agora imagine uma banda como Metallica, que tem fã xiitas por ai, foram os fãs admiradores, fora os Nerds que gostam de videogame, fora as misturas entre esses três públicos que citei, o quanto pode faturar?
Seria uma forma de conquistar novos fãs? Ou seria uma forma Lars Ulrich ganhar uns trocados para comprar novos quadros?
Pensem nisso.

Ps: Antes que me crucifiquem, eu sou fã de Metallica, até hoje procuro um Garage Inc (disco que mudou minha vida) ou um Black Album para comprar e ter entre meus vários CDs físicos, porque baixo musica, mas ainda continuo a comprar CDs, só não compro vinis porque não teria onde ouvir.

Postado ao som de: Álbum Field Day - Dag Nasty